Teletrabalho no setor público, veio para ficar?

O ME divulgou que, só no Poder Executivo, são 360 mil servidores em trabalho remoto (sendo 270 mil de universidades e institutos federais), o que representa 62% da força de trabalho do Executivo. Uma mudança de cultura para muitos servidores. Para quem já era acostumado a trabalhar com prazos, metas e produtividade, não sentiu muito a troca do relógio de ponto pelo monitoramento e produtividade implementados pelo trabalho remoto.

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Aderência a boas práticas no combate à fraude e corrupção.

"Segundo a metodologia utilizada, o poder de compra é confrontado com o grau de aderência às boas práticas para identificar se a organização tem um nível aceitável ou não de aderência às boas práticas de combate à fraude e à corrupção."

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Reconhecimento de Dívidas no Setor Público. Como proceder ?

“A execução de despesas e a posterior assunção da dívida sem provisão orçamentária poderá ser justificada, quando a despesa ocorrida for inadiável, imprevisível e urgente. Caso contrário, será tratado como irresponsabilidade fiscal, punível com multa e até cadeia para o gestor.”

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O que é a gestão de riscos para a integridade e por quê realizá-la?

Pesquisas mostram que, assim como a Educação, Saúde e Segurança, a Corrupção passou a ser uma grande preocupação da sociedade, que, cada vez mais, exige serviços de qualidade e condutas éticas dos agentes públicos. Por isso trabalhar metodologias de análise de riscos éticos e de integridade tem sido uma demanda bastante procurada pela sociedade e pelas organizações como um todo, sejam elas públicas ou privadas.

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Segundo o TCU, órgão federal que fiscaliza barragens é o 2º mais exposto a fraudes e corrupção.

A Agência Nacional de Mineração (ANM), instituição responsável por fiscalizar mineradoras e garantir a segurança de barragens, como a que rompeu em Brumadinho(MG), é o segundo órgão federal mais exposto à fraude e à corrupção no país.

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TCU divulga mapa de risco de exposição à fraude e corrupção na administração pública.

No decorrer de 2018, o TCU promoveu auditoria operacional para avaliar se os controles de prevenção e detecção relacionados a fraude e corrupção de órgãos e instituições do Poder Executivo Federal estão compatíveis com seus poderes econômico e de regulação, bem como propor melhorias em práticas específicas, com o intuito de eliminar ou mitigar causas sistêmicas.

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Auditoria realizada pela SECEX-MS do TCU inspira boas práticas em outros Estados.

O trabaho é desenvolvido pela SECEX – MS em parceria com o TCE-MS, Tribunal de contas do Estado do Mato Grosso do Sul, CGE-MS, Controladoria Geral do Estado do Mato Grosso do Sul, CGM – Controladoria Geral do municipio de Campo Grande e contou com o apoio do Contador Público do IFPB – Instituto Federal da Paraíba, Kleber Marques.

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