O que é um Programa de Integridade?
"Um programa de integridade é o conjunto de medidas e ações institucionais voltadas para a prevenção, detecção, punição e remediação de fraudes e atos de corrupção."

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Ser Contador Público é ser o profissional responsável por assessorar os gestores públicos na tomada de decisões, auxiliar os órgãos de controle externo no combate a fraudes e corrupção, e zelar pela eficiência, eficácia e efetividade dos gastos públicos na instituição.

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Enquanto a sociedade estiver me pagando um salário para que eu exerça a minha função de contador público, eu vou fazer o possível para orientar os gestores públicos a utilizarem os recursos com eficiência, eficácia e efetividade.

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Ficamos felizes em dar essa notícia em primeira mão. Já que contribuímos com três relatórios que foram anexados a todo esse trabalho.

Será realizado na Sessão Ordinária do Pleno do dia 24/4/19 às 14:30 h, o julgamento do Relatório da Auditoria Operacional que teve por objetivo avaliar a Suscetibilidade das Organizações Públicas do Estado de Mato Grosso do Sul (MS) a riscos de Fraude e Corrupção (TC 020.829/2017-5).

Nesse mesmo dia ocorrerá o julgamento do Relatório de Auditoria do Tribunal de Contas do Estado de MS (TC 2.830/2019) e a Publicação dos respectivos  Relatórios de Auditoria no âmbito da Controladoria Geral do Estado de MS e da Controladoria Geral do Município de Campo Grande-MS.

O trabalho foi realizado a partir da assinatura de parcerias inéditas entre o TCU e os Órgão de Controles citados, bem como da Controladoria Geral da União, que também participou da auditoria.

A equipe integrada contou com a participação de nove auditores.

Foram avaliadas 282 organizações públicas do estado, sendo 68 federais, 16 estaduais e 198 municipais. O montante de recursos fiscalizados ultrapassou R$ 27 bilhões.

A implementação das medidas propostas pelo trabalho pode ser determinante para a diminuição dos casos de fraude e de corrupção em todas as esferas do poder público do Estado para um nível compatível com o de países desenvolvidos.

 

Saiba mais sobre nossos relatórios em:

Análise das demonstrações contábeis como técnica de mapeamento da suscetibilidade a fraudes e corrupção. E em  O Poder de Compra como fator de risco a fraude corrupção.

 

Fonte: Coordenador da Auditoria: Julio Marcelo da Silva Matias
Auditor Federal de Controle Externo | Secex-MS

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É Contador Público Federal no IFPB – Instituto Federal da Paraíba, possui graduação em Ciências Contábeis pela Universidade Federal da Paraíba (2000) e Especialização em Perícia Contábil pela UnP (2002). É Instrutor/multiplicador da ENAP – Escola Nacional de Administração Pública e da ESAF – Escola de Administração Fazendária. Lecionou as disciplinas de Contabilidade Básica, Intermediária, Contabilidade Pública e AFO – Administração Orçamentaria e Financeira. Há dez anos responde pela Contabilidade do IFPB – Instituto Federal da Paraíba, assessora a Gestão com informações sobre a realidade orçamentária, econômica, financeira e contábil da instituição, em apoio ao processo de tomada de decisões e à adequada prestação de contas. Possui experiência na área de CASP-Contabilidade Aplicada ao Setor Público, Orçamento, Finanças e Administração Pública. Foi responsável pela elaboração e divulgação dos RCPG – Relatórios Contábeis de Propósito Geral do IFPB. Em recentes acórdãos nº 958/2019, nº 1661/2018; nº 550/2018 e 2377/2017 – TCU – Plenário , o Tribunal de Contas da União, menciona seu trabalho publicado pela Contabilidade do Campus João Pessoa. O trabalho em questão foi desenvolvido com base no entendimento do Tribunal de Contas de União (TCU) de que a mais eficiente e proativa atitude para preservar os recursos públicos é prevenir que estes sejam desviados de seus propósitos. Dentre os trabalhos entregues ao TCU e aos demais órgão de controle estão: i) Relatório técnico sobre o Poder de Compra do Setor Público Federal em cumprimento ao Acórdão Nº 2377/2017 Plenário; ii) Relatório técnico sobre o Poder de Compra do Setor Público – Conselhos de Classe e Sistema “S” em cumprimento ao Acórdão Nº 550/2018 Plenário. iii) Relatório técnico sobre o Poder de Barganha do Setor Público em cumprimento ao Acórdão nº 1661/2018 – TCU – Plenário.

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